Francisco Rüdiger é Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1995) e Mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1987).

Professor titular da Faculdade de Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1985), também leciona no Departamento de Filosofia e nos Cursos de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (nesse caso, desde 1990). 

Entre 1984 e 1990, foi professor da Universidade de Caxias do Sul e, depois, do Instituto Federal de Ensino Técnico e Tecnológico (Campus Porto Alegre, 1990-2008). Antes disso, foi professor da rede pública de ensino do Rio Grande do Sul e exerceu funções de arquivista e pesquisador no Museu Hipólito José da Costa (Porto Alegre, 1978-1988).

Autor de 15 obras relacionadas com seu campo de especialização, colabora regularmente em revistas acadêmicas e é parecerista de periódicos como Galáxia (Pucsp), Comunicação, Mídia e Consumo (ESPM=SP), Estudos de Sociologia (Unesp), Comunicação & Sociedade (Metodista SBC) e Fronteiras (Unisinos).

Em 2000, recebeu o prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação (Intercom).

Dedica-se academicamente à história das ideias e à reflexão crítica nos campos da indústria cultural, da teoria social e dos estudos sobre pensamento tecnológico e cibercultura, incluindo-se aí trabalhos sobre cultura de massas, filosofia da técnica, teoria da comunicação, etc. 

Dentre suas principais obras, pode-se mencionar "A mídia e o amor" (2013), "As Teorias da cibercultura" (2011), "Cibercultura e pós-humanismo" (2008), "Martin Heidegger e a questão da técnica" (2006, 2a. edição, revista, 2014), "Theodor Adorno e a crítica à indústria cultural" (1998/2003) e "Literatura de auto-ajuda e individualismo" (1996). 


Contato: frudiger@ig.com.br

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"O twitter, via de regra, é expressão da petulância vazia e do narcisismo mendicante que imperam em tempo marcado pela crescente e acelerada massificação dos relacionamentos humanos ."
Wolfgang Neugebauer